Da procuração ao protocolo, seu escritório no piloto automático.
Piloto automático não é voo sem piloto. A Facilita conduz a rotina inteira — documentos, peça, anexos, protocolo, publicações todos os dias. O advogado continua no comando nos dois momentos que a OAB reserva a ele: conferir a peça e autorizar o protocolo. Dois cliques. O resto do dia volta a ser dele.
É a ideia que vocês têm que saber dizer sem ler. O Pulso não vende tarefa executada; vende o advogado deixando de apagar incêndio e passando a tocar a carteira que ele já tem.
Comece sempre pela mesma pergunta: “quantos processos ativos você tem hoje?” Só hoje, 19 de outubro de 2026, atendemos dois escritórios que não souberam responder. Não é descuido de planilha. É o primeiro elo de uma corrente, e a corrente inteira é o nosso argumento.
Sobreviver é essa corrente rodando: o escritório responde ao que grita, e o que não grita some. Prosperar não é captar mais — é faturar o que já está na carteira dele: a execução que ninguém impulsionou, o acordo que ninguém cobrou, a vitória que ninguém comunicou ao cliente.
No escritório-piloto, um escritório previdenciário em Goiás, o diário mostrou 309 processos com movimentação em 12 meses. O advogado dizia ter cerca de 600. Ou seja: metade da carteira dele não aparece em publicação nenhuma — e é justamente a metade que ninguém olha.
Daí saem as duas vendas, e elas são complementares: o Pulso cuida todo dia do que se mexe; o diagnóstico de processo parado, a R$ 30 por processo, vai atrás do que não se mexe.
Na ligação, o encadeamento vale mais do que qualquer lista de funcionalidade. Se ele não souber dizer quantos processos tem, não corrija e não julgue — rode o diagnóstico da OAB na frente dele e deixe o número aparecer sozinho.
Desenhe esta linha na frente dele. De um lado, o que só ele pode fazer. Do outro, tudo o que hoje come o dia dele sem precisar — e que a Facilita assume por inteiro, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
É o centro da venda, e o lugar onde quase todo vendedor erra.
Quem compra o Pulso não quer funcionário. Já teve, e sabe o preço: salário todo mês caia ou não caia serviço, encargos, férias, treinar de novo quando a pessoa sai, a semana perdida quando ela falta. O que ele quer são três coisas, e digam com estas palavras: mais eficiência, menos dor de cabeça e mais dinheiro no bolso.
O Pulso é a operação do escritório sem folha de pagamento. Custo que só existe quando o processo anda: mês parado não gera conta. Nada de encargo, de rescisão, de alguém que adoece no meio do prazo.
“Hoje, quem lê suas publicações?” — e depois, qualquer que seja a resposta: “e está dando conta?” Nunca ouvimos um sim.
Rodamos a triagem de 30 dias no primeiro escritório antes de vender para o segundo. Números medidos, não estimados.
Em trinta dias, esse escritório teve três petições iniciais indeferidas e dois processos arquivados. Emenda não cumprida, comprovante de endereço não juntado, procuração não regularizada.
Nenhum perdeu no mérito. Perdeu porque a publicação não foi lida — ou foi lida e não cumprida, por falta de tempo.
É isso que o Pulso impede. Não é “nós protocolamos para você” — é “nós não deixamos seu processo morrer por um comprovante de residência”.
No mesmo mês ele ganhou duas apelações no TRF1, teve um benefício assistencial concedido com liminar e um pagamento já depositado esperando ele sacar. Publicação sem leitura não é só prazo perdido — é dinheiro parado e boa notícia que o cliente dele não recebe.
Digite a OAB dele e veja o que aconteceu nos processos nos últimos 30 dias. Busca direto no Diário de Justiça Eletrônico Nacional, que é público — leva segundos e pode ser feito durante a ligação.
Fonte: DJEN/CNJ. A consulta sai do seu navegador direto para o diário — nada passa por nós e nada fica gravado.
Tudo debitado do pacote que ele já tem. Não há mensalidade nova nem fatura à parte — o que muda é o consumo do saldo. Vale para todos os pacotes, mas só compensa de fato no Infinity e no Soberano: abaixo disso o saldo mensal não cobre o acompanhamento e ainda sobra para peça. Use o simulador de pacotes para mostrar isso na tela.
| Item | Valor | Como cobra |
|---|---|---|
| Configuração do escritório | R$ 1.500 | Uma única vez. Certificado no cofre, conexão com os tribunais, captura das publicações e agente no WhatsApp |
| Triagem | R$ 10,00 | Por publicação. Capturar a publicação e ler |
| Acompanhamento | R$ 10,00 | Por publicação. Decidir o que precisa ser feito, cadastrar o caso na plataforma, lançar no relatório do dia, mandar a pendência no WhatsApp e cadastrar no sistema de gestão dele |
| Protocolo ou distribuição | R$ 5,00 | Por ato protocolado |
| Diagnóstico de processo parado | R$ 30,00 | Por processo, sob demanda. Para a carteira que não teve publicação |
| Peças, pareceres e cálculos | tabela | Preço normal do pacote, sem mudança — ele já pagaria por isso de qualquer forma |
Toda publicação custa R$ 20 — R$ 10 de triagem e R$ 10 de acompanhamento. São as duas metades do mesmo trabalho: ler o que saiu, e decidir o que fazer com aquilo. Mesmo quando a publicação não gera ato nenhum, o processo foi lido e entrou no relatório do dia dele.
Some R$ 5 por protocolo. Processo que não publicou no mês não gera conta nenhuma.
O que o Pulso acrescenta ao consumo dele são triagem, acompanhamento e protocolo. As peças que saírem daí já estavam no pacote — ele as encomendaria de qualquer jeito quando descobrisse o prazo. Deixe isso explícito, ou o cliente soma tudo e acha que o produto custa o dobro.
O serviço que resolve a outra metade da carteira — a que não aparece em publicação nenhuma, e por isso ninguém olha.
Publicação só mostra o processo que se mexeu. O que está parado continua parado, em silêncio, às vezes por anos. É aí que mora o dinheiro esquecido do escritório: execução que ninguém impulsionou, cumprimento de sentença que não foi iniciado, RPV que ninguém sacou.
Por R$ 30 por processo, a Facilita baixa os autos, lê o caso inteiro e responde duas perguntas, só duas:
Todo processo sem publicação que ele queira saber em que pé está custa R$ 30 por processo. Não precisa estar abandonado nem parado há anos: basta ele não saber. É esse o critério, e é ele que o advogado entende na hora.
Vale um processo isolado que o cliente dele cobrou ontem, e vale a carteira antiga inteira em lote. O preço é o mesmo nos dois casos — e processo que publica já está coberto pelo acompanhamento, não precisa de diagnóstico.
Tudo isso vira um relatório único com a carteira analisada. O advogado lê, marca o que quer que ande e autoriza os impulsionamentos de uma vez — ou nenhum, se preferir. Cada impulsionamento autorizado vira peça pela tabela normal do pacote.
É o único item da tabela que o cliente compra olhando para o retorno, não para o custo. R$ 30 para descobrir se um processo parado há dois anos ainda tem dinheiro dentro é barato em qualquer conta que ele faça. Ofereça para a carteira antiga, e ofereça em lote.
Com um limite dito em voz alta, antes que ele pergunte: os R$ 30 pagam a análise e a indicação do caminho — não a garantia de que há dinheiro lá dentro. Prometer achado é o jeito mais rápido de transformar a segunda venda em reclamação.
Quanto o Pulso consome do pacote por mês. Rodando o diagnóstico acima, os números saem medidos no diário da OAB dele. Sem OAB, a calculadora estima pelo tamanho da carteira, com as proporções do escritório-piloto.
O advogado quase nunca sabe esse número de cabeça. e estes valores passam a ser medidos, não estimados.
Fora disso: R$ 1.500 de configuração, uma única vez. O diagnóstico de processo parado, a R$ 30 cada, só quando ele pedir. E as peças que a triagem gerar, no preço normal do pacote — essas ele já pagaria de qualquer forma.
O Pulso consome o mesmo saldo que compraria as peças. Por isso o pacote certo não é o mais barato que cobre o Pulso — é o que cobre o Pulso e ainda deixa saldo para petição.
| Carteira | Publicações | Protocolos | Por mês |
|---|---|---|---|
| 100 processos | 23 | 5 | R$ 485 |
| 250 processos | 57 | 13 | R$ 1.205 |
| 500 processos | 113 | 26 | R$ 2.390 |
| 600 processos (o piloto, real) | 136 | 31 | R$ 2.875 |
| 1.000 processos | 227 | 52 | R$ 4.800 |
As proporções saem de um escritório previdenciário com 600 processos ativos, medido entre 16/09 e 16/10/2026. Carteira trabalhista tende a publicar mais; carteira cível, menos. Trate como estimativa e confirme com o diagnóstico ao vivo da OAB dele.
Vou ter que entregar meu certificado digital para vocês?
O certificado fica num cofre digital com senha, e continua sendo dele — pode revogar a qualquer hora, sozinho, sem falar com ninguém. Todo protocolo sai no nome do advogado responsável pela causa, nunca no nosso. E o mais importante: ele continua entrando no tribunal normalmente, pelo aplicativo dele. Nada no dia a dia do escritório muda.
É a objeção que mais mata venda. Trate antes que ele pergunte — quem esconde o assunto cria desconfiança.
E se vocês perderem meu prazo?
Três respostas, nessa ordem. O prazo nunca é calculado por nós — é lido dentro do processo, onde o próprio tribunal gravou a data final. Só assumimos o que ainda tem prazo hábil com folga: chegando em cima da hora, recusamos e avisamos, em vez de arriscar. E o protocolo só sai depois que ele autoriza — a decisão final é dele, registrada com data e hora.
A OAB permite isso?
Permite, e o desenho é exatamente para isso. Entregamos uma minuta; quem revisa, aprova e autoriza é o advogado. O protocolo só sai do clique dele. Nós não exercemos advocacia e não assinamos nada — somos estrutura, como o contador ou o sistema de gestão dele.
Eu já assino o Jus Brasil, já recebo as publicações.
Receber a publicação é o fácil — nós fazemos isso de graça, direto do diário oficial. O problema dele nunca foi receber, foi o que vem depois: ler, entender o que o juiz mandou fazer, descobrir até quando, escrever a peça e protocolar. O Jus Brasil entrega o aviso e para aí. Pergunte quantas publicações estão não lidas na caixa dele agora.
Dado útil: no piloto, 56% das publicações do tribunal estadual chegam sem o conteúdo — só o aviso de que algo aconteceu. Nós abrimos o processo para descobrir o quê. Nenhum serviço de publicação faz isso.
Quanto fica por mês?
Não há valor fixo novo: sai do pacote que ele já tem. Rode a calculadora com a carteira dele e dê o número de uma vez. Se ele estranhar, mostre o simulador de pacotes na tela — é mais forte do que qualquer explicação.
Vocês atendem o meu tribunal?
Para ler publicações e acompanhar prazos, atendemos o Brasil inteiro — a fonte é nacional. Para protocolar, a cobertura ainda cresce tribunal a tribunal. Confirme com o time antes de prometer. Se o dele ainda não estiver pronto, venda a triagem e as peças agora e o protocolo quando entrar. Protocolo prometido e não entregue destrói a confiança neste produto.
“Doutor, antes de ligar eu olhei seus processos. Você teve X publicações nos últimos 30 dias, e Y pedem alguma providência. Hoje, quem lê isso aí? … E está dando conta?”
Deixe ele descrever o problema inteiro antes de falar da solução. A primeira pergunta dele diz qual objeção tratar.
“Com a sua carteira, isso consome por volta de R$ 2.400 por mês do seu pacote — e não é cobrança nova, sai do que você já tem.”
Rode a calculadora antes de ligar. Chegar com o número pronto vale mais do que qualquer argumento. Se ele achar alto, a próxima frase não é desconto — é “e quanto custa hoje a pessoa que deveria estar fazendo isso, no mês em que ela falta?”
“Me deixa te mandar o diagnóstico completo do seu escritório em PDF, com tudo o que aconteceu nos seus processos nos últimos 30 dias. Sem compromisso.”
É o fechamento mais forte do produto e custa um clique. No piloto, revelou cinco processos perdidos e onze vitórias que o próprio advogado não conhecia.
“Eu capto bem, o problema é dar conta.” · “Não quero contratar mais ninguém.” · “Já tive funcionário e não compensa.” · “Tenho processo parado que nem sei em que pé está.” · “Já perdi prazo.” · “Fico o dia inteiro no sistema do tribunal.”
Perfil ideal: carteira de 100 processos para cima, forte em captação, sem vontade de montar estrutura administrativa. Previdenciário e trabalhista sofrem mais. Abaixo de 100 processos ele não sente a dor — para esse, venda a esteira de peças.
Dúvida sobre caso específico, fale comigo antes de prometer. O produto é novo e o que vocês ouvirem dos clientes muda o desenho — então me tragam.